24 horas de amor

24 horas diante de Jesus Eucarístico é o que nos pede o PAPA FRANCISCO

Ficar em silêncio diante do Amado. Olhares fixos na luz do olhar que se ama

Orar para que este amor se espalhe pelo mundo

Que a força da vida do Pai se instale em cada coração

Que a consciência do amor pleno do Filho seja a luz de todas as decisões

Que a liberdade para viver e até  mesmo morrer pelo Amor alimente o o espírito missionário de todos os cristãos

24 horas de amor

É  isso que nos pede o PAPA FRANCISCO

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2016 – ANO SANTO DA MISERICÓRDIA.

2016 – ANO SANTO DA MISERICÓRDIA.
MISERICÓRDIA: ORIGEM E SIGNIFICADO.
Afonso Dias

A palavra latina “misericórdia”, de acordo com o seu sentido original significa ter o coração (cors) voltado para os pobres (miseri), estando em comunhão com eles. O mesmo, que “sentir afeto pelos pobres”, “amar os pobres”. É dar o coração aos miseráveis.
Em termos antropológicos, traz um sentido muito próximo de compaixão, o que implica sentir e sofrer com os mais vulneráveis, os pobres, os excluídos, ou seja, aqueles cuja vida é mais agredida e diminuída. A palavra aponta para a atitude de quem consegue sair de seu egoísmo e fazer um êxodo em direção aos outros, sobretudo às pessoas afligidas pela pobreza e por todos os tipos de miséria.
Nas diferentes religiões do mundo, há várias convergências com relação ao sentido desta palavra, incluindo misericórdia e compaixão pelos outros e respeito e reverência pela vida. Aquilo que para uma mentalidade secular e iluminista pode parecer acessório é sagrado para os representantes dessas religiões. Assim entendemos as propostas do budismo, hinduísmo e muito especificamente das três religiões monoteístas: o judaísmo, o cristianismo e o islamismo.
A teologia cristã tem, então, como linha-mestra na compreensão do que seja a misericórdia ou a compaixão o fato de ser afetado pelo sofrimento dos outros, não só de uma forma emocional, que remove o coração e os sentimentos, dando tristeza e pena, mas igualmente ou, sobretudo, de forma eficaz, na medida em que busca combater e superar a carência e o mal.
Desde os seus primórdios, a Igreja pratica a misericórdia para com os pobres, não só no plano privado, mas também comunitário e mesmo institucional. Muito cedo se consolidou no cristianismo o cuidado dos pobres e doentes, levado sob custódia e responsabilidade pela comunidade eclesial na pessoa dos Bispos que, através dos diáconos, a instituíram como ministério.
Esta configuração institucional por parte da Igreja da misericórdia e da compaixão pelos mais fracos foi introduzida em boa parte na cultura europeia ocidental e a partir daí tornou-se patrimônio da humanidade.
Hoje, esta prática de misericórdia e compaixão tomou formas mais secularizadas. No entanto, são ainda inúmeras as obras e instituições eclesiais dedicadas à caridade para com os mais fracos, inspirada no Evangelho de Jesus, sua “norma non normata.”
A Modernidade, com o primado da razão, colocou sob suspeita essa universalidade da misericórdia e da compaixão, assim como outras coisas vindas do mundo medieval e teocêntrico. No entanto, é um fato que nos tempos contemporâneos, muitos dos mais famosos filósofos do século passado e presente – cristãos ou não – refletiram sobre a importância da gratuidade do dom e de doar como o fundamento de uma antropologia que se quer digna de crédito para as pessoas de hoje.
Isto foi reforçado pelo Papa Francisco na Bula “Misericordiae Vultus”, que convoca o Ano Santo da Misericórdia. O Pontífice afirma ali que a misericórdia é a viga mestra que sustenta a vida da Igreja. E, por isso, tudo em sua ação pastoral deve ser revestido de ternura, compaixão, misericórdia sob pena de ser um antitestemunho. A credibilidade da Igreja passa pelo caminho da misericórdia e compaixão.
A misericórdia de Deus não faz distinção de pessoas. (Lucas 15,1-32).
TERNURA E MISERICÓRDIA DE DEUS.
No texto acima, vamos refletir sobre três parábolas (ovelha perdida; moeda perdida; os dois filhos) que Jesus contou para ajudar as pessoas a fazerem uma ideia de Deus como Pai cheio de ternura. No tempo de Jesus, a ideia que o povo fazia de Deus era de alguém muito distante, severo, como um juiz que ameaçava com castigo. Jesus revela uma nova imagem de Deus misericordioso.

AFONSO DIAS É BÍBLISTA, E ASSESSOR DO CEBÍ-SP E SUL DE MG. (35)99924-0250 (vivo) (11)4538-1446 OU (11)97189-5746 (vivo) e-mail abdias49@bol.com.br Senador Amaral- MG ou Itatiba- SP.

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Saneamento no interior da ação missionária JÁ

O Saneamento  básico começa pelo coração, diz uma das músicas da CF 2016.

Podemos centrar a ideia deste coração ao pulsar missionário das comunidades cristãs.

É preciso criar pontes entre as comunidades para que os missionários circulem de uma paróquia a outra numa mesma cidade.

É igualmente necessário drenar os esgotos das mágoas, ressentimentos e indiferentismo dos membros das pastorais. Somente assim podemos fazer a pastoral de conjunto.

Também é urgente retirar todo lixo das falsas idéias que justificam a ausência da ação missionária da luta pelos direitos humanos.

Saneamento no interior da ação missionária JÁ

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compromisso da CF 2016 SANEAMENTO BASICO: CIDADÃO E PODER PÚBLICO, TODOS CONTRA O MOSQUITO AEDES EGYPTI

A PARÓQUIA DE SANTO ANTONIO E NOSSA SENHORA APARECIDA – ITATIBA
DIOCESE DE BRAGANÇA PAULISTA – SP.

NO COMBATE AO MOSQUITO DA DENGUE (AEDES EGYPIT)

Nos 40 setores paroquiais foram criados comitês permanentes de combate ao Mosquito da Dengue. É uma ação permanente de fiscalização nos terrenos baldios e orientação aos vizinhos. Eliminar criadouros do mosquito Aedes Aegyptis também é amar ao próximo. Este será o nosso compromisso da campanha da Fraternidade 2016:

1- Eliminar os criadouros do Mosquito Aedes Aegyptis

2- Acionar o poder público municipal  para que tape os buracos das ruas e intime os donos dos terrenos vazios para que os mure e os limpe periodicamente.

3- Conscientizar os vizinhos sobre a importância de fiscalizar baldes, garrafas e quaisquer outros utensílios para que não juntem água. Não basta virar um balde de boca para baixo, porque ele pode ter reentrâncias nas laterais que podem acumular pequena quantidade de água, mas o suficiente para servir como criadouro do mosquito.

4- Mobilizar os paroquianos para que exerçam a cidadania exigindo os direitos básicos do saneamento :

A- água potável e encanada

B- coleta  e tratamento do esgoto

C- coleta  do lixo  e devido  destino para  aterros  sanitários conforme as normas ambientais

D-canalização de corregos

C- devida  atenção  à  área rural e o saneamento básico oferecido  juntamente com acesso ao transporte público,  escola e hospitais de qualidade

 

Temos certeza de que a mobilizacao contra os criadouros do mosquito Aedes Aegypti abrirá os olhos da população  local para que veja a situação do saneamento no seu ambiente próximo.  Agindo assim, temos certeza de que estamos fazendo a nossa parte.

Abaixo foto de lixo coletado no dia do início desta grande campanha de combate ao Mosquito Aedes Aegyptis na nossa Paroquia. Também a foto  de um dos comitês permanentes de combate ao mosquito e mobilização por melhorias no saneamento básico da área em que residem.

 

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CF 2016 TEXTO BASE leitura rápida

Texto base CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2016

LEITURA RAPIDA

A Campanha da Fraternidade 2016 (CF 2016), que tem como tema “CASA COMUM, NOSSA RESPONSABILIDADE” e o lema “QUERO VER O DIREITO BROTAR COMO FONTE E CORRER A JUSTIÇA QUAL RIACHO QUE NÃO SECA” (Amós 5,24), assume como objetivo geral “assegurar o direito ao saneamento básico para todas as pessoas, independente da opção religiosa. Por isso é uma Campanha Ecumênica, pois a questão do Saneamento afeta não apenas católicos, mas todo ser humano. Atitudes responsáveis dos cidadãos e políticas públicas justas é que garantirão a integridade e o futuro de nossa Casa Comum”.
O texto base da CF 2016 destaca que a oferta para todos de água potável, esgoto, limpeza urbana, manejo de resíduos sólidos, controle de meios transmissores de doenças – agora em destaque o mosquito Aedes Aegypti – são medidas urgentes para que saúde e vida digna seja uma realidade para todo brasileiro. Por isso a “justiça ambiental” é parte integrante da “justiça social”. Os seguintes dados apontam a injustiça da nossa realidade: mais de 100 milhões de pessoas não possuem coleta de esgotos e apenas 39% do esgoto coletado é tratado.
A cada 3 minutos morre uma criança por não ter acesso à água potável ou redes de esgoto. Um dado alarmante: O Brasil está entre os 20 países do mundo nos quais as pessoas têm menos acesso aos banheiros. Na área rural brasileira apenas 42% das moradias dispõem de água canalizada para uso doméstico. Muitas sequer dispõem de banheiros ou fossas. Em 49% das residências com banheiro, fezes e urina correm por meio de fossas rudimentares contaminando os rios, o que afeta a dignidade da vida das pessoas. É urgente que o saneamento rural aconteça de forma articulada com outras políticas públicas, de modo a superar o déficit de moradias, dificuldade de acesso à eletrificação rural e ao transporte coletivo.
O texto base da CF 2016 aponta também o destino do lixo produzido diariamente pela população (dados do IBGE 2010): 50,8% foram levados para lixões, sem qualquer cuidado. 21,5% levados para aterros onde os resíduos são cobertos com uma camada de terra. 27,7% levados para aterros sanitários monitorados conforme a legislação ambiental.
A escolha do texto de Amós 5,24 como lema da CF 2016 não foi por a-caso. O profeta denuncia o culto vazio, repleto de louvores e oferendas a Deus, mas que não faz com que as pessoas pratiquem a justiça. O que agrada a Deus é a prática do direito e da justiça (Amós 5,21-25). A fidelidade a Deus precisa se manifestar na preservação de tudo o que é necessário para que a grande família humana possa viver com dignidade e justiça em um ambiente bem cuidado. Infelizmente, hoje, a dignidade da vida é oferecida somente à-queles que podem pagar por ela.
É importante que todos nós entremos em ação, começando pela nossa casa, economizando a água, desligando as luzes quando não necessárias, e dando destino certo ao óleo de cozinha usado. Também eliminar criadouros do mosquito Aedes Aegypti. Na vizinhança todos devem observar quando há vazamento de água na rua e avisar aos responsáveis. Uma tarefa importante é não jogar lixo nos terrenos vazios.
Destaco que as Campanhas da Fraternidade são organizadas com muita antecedência. Quando os Bispos pensaram a CF 2016 centrada no tema do saneamento, ainda nem se falava tanto do mosquito da “Dengue”. Aí está a prova de que o Espírito Santo inspirou a CNBB para a escolha deste tema. Uma sugestão: que todas as comunidades cristãs assumam como objetivo da CF 2016 a eliminação dos criadouros do Mosquito da Dengue. Isso envolverá todo o aspecto do saneamento básico.
Padre Tarcísio Spirandio – Itatiba – Diocese de Bragança Paulista – SP.

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Campanha da Fraternidade 2016 (Amos 5,24) mosquito da dengue

Imagine se todas as paroquias formassem comites permanentes de combate ao mosquito da dengue. ..

Tudo  pode começar com um mutirao em toda área paroquial para a coleta de criadouros nos terrenos baldios e ruas. Também visitar as familias  – sem entrar nas casas, para evitar problemas, mas somente para distribuir um folheto de informação sobre as atitudes para eliminar possíveis criadouros, sintomas das doenças transmitidas pelos vírus cujo vetor é o mosquito e curiosidades sobre ele. A partir desta atividade formam-se os comitês permanentes, incluindo neles os pais dos catequizandos, as crianças, adolescentes, jovens e adultos de todas as fases da catequese e membros de todas as pastorais. Não são todos que aderem, mas a atividade em si ja  é um ato profético.  A comunidade pode criar um painel onde são afixadas fotos da ação destes comitês.
Sem dúvida que uma das atitudes desta CF pode ser esta ação de limpeza do meio ambiente.

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CF 2016 Músicas na Liturgia Campanha da Fraternidade 2016 Músicas na Liturgia

ALGUMAS SUGESTÕES PARA USAR AS MÚSICAS DA CF 2016 NA LITURGIA

Por terem sido compostas por membros de várias denominações cristãs – católicos e evangélicos – as músicas não trazem um cheiro litúrgico obvio.
O que pode ser feito?
1- HINO da CF 2016 – canto de entrada
2- PLANETA DAS ÁGUAS -faixa 4 – introdução ao Ato Penitencial
3- HUMANA PRECE – faixa 6 – introdução às preces dos fiéis ou também – antes das celebrações – cinco minutos que a antecedem – servir como preparação da assembleia para a celebração.
4- TERRA DE DEUS, TERRA PARA TODOS – faixa 10- pode ser utilizada no ofertório
5- VIDA, SONHO DE DEUS – faixa 7 – pode ser o Cântico da Comunhão
6- As outras faixas podem ser utilizadass como cântico de despedidas

Não se esqueçam que podem intercalar nas liturgias também as músicas da CF 2015, que estão totalmente em harmonia com a reflexão da CF 2016

 

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