5º DOMINGO DA QUARESMA – liturgia quaresmal 06 de abril de 2014

5º DOMINGO DA QUARESMA – 06 de abril de 2014

 

 

PALAVRA CHAVE – BATISMO –  TEMA – O batismo é o verdadeiro dia da ressurreição do cristão.

OBJETIVO - Mostrar para a assembleia que o batismo é o início da vida eterna. Após o batismo, acontece o exercício do livre-arbítrio – poder de escolher entre a vida com Deus ou a vida nas trevas.

 

 

BREVE ANÁLISE DAS LEITURAS –

 

 

1ª LEITURA –  Ez 37,12-14 – Mesmo quando tudo parece perdido e sem saída, Deus lá está, transformando o desespero em esperança, a morte em vida. Deus é o Senhor da vida, que encontra sempre formas de transmitir vida ao seu Povo. Em cada instante da história Ele está presente, recriando o seu Povo, transformando-o, renovando-o, encaminhando-o para a vida plena.

2ª LEITURA - Rom 8,8-11 – O Espírito é, verdadeiramente, a personagem central do capítulo 8 da Carta aos Romanos (o “espírito” – aparecem trinta e quatro vezes na Carta aos Romanos; e, dessas vinte e uma são neste capítulo). Neste capítulo, Paulo desenvolve uma das suas mais famosas antíteses: “carne” / ”Espírito”. O “homem da carne” vive no egoísmo, na autossuficiência, cujos valores são o ciúme, o ódio, a ambição, a inveja, a libertinagem (cf. Gal 5,19-21); De outro lado, “viver segundo o Espírito” significa, em Paulo, uma vida pautada pelos valores da caridade, da alegria, da paz, da fidelidade e da temperança (cf. Gal 5,22-23).
EVANGELHO – Jo 11,1-45 – A questão principal do Evangelho deste domingo é determinante para a nossa fé – a afirmação de que não há morte para os “amigos” de Jesus – isto é, para aqueles que acolhem a sua proposta e que aceitam fazer da sua vida uma entrega ao Pai e um dom aos irmãos. Os “amigos” de Jesus experimentam a morte física; mas essa morte não é destruição e aniquilação: é, apenas, a passagem para a vida definitiva. Mesmo que estejam privados da vida biológica, não estão mortos: encontraram a vida plena, junto de Deus. A história de Lázaro pretende representar essa realidade.

IDÉIAS PARA A HOMILIA –

 

1ª LEITURA – As palavras de Ezequiel sobre a morte podem ser aplicadas a todas as situações de morte experimentadas pela família: há morte na falta de diálogo, na traição, nas drogas, nos roubos. Também a comunidade cristã vivencia a morte quando há falta de solidariedade entre as comunidades, invejas, etc. Mesmo nestas situações não podemos esquecer que o Espírito tem o poder de reanimar até cadáveres.

2ª LEITURA – A morte é uma realidade que todo ser vivo irá experimentar. Jesus, encarnado como ser humano, também teve que morrer. E morreu de forma cruenta. Mas o Espírito de Deus o fez ressuscitar. Nós, pelo batismo, recebemos o Espírito Divino e, por causa deste Espírito, ressuscitaremos. Por isso, ao sermos batizados, se abre para nós a vida eterna. É pela vida batismal, pela opção de vivermos na graça do Espírito de Jesus ressuscitado, temos forças para superar as situações criadas pelo pecado humano.

EVANGELHO – Lázaro era amigo de Jesus. Ele fazia parte de uma família que não tem as figuras do pai ou mãe, mas somente os irmãos. Tal imagem representa, na verdade, a comunidade cristã. Mesmo tendo poder para impedir que Lázaro morresse, Jesus se demora em ir ao seu encontro. A demora provoca a morte do amigo. Isso significa que Jesus não veio para interromper o curso natural da vida – nascer-viver-morrer. No encontro que tem com Marta, irmã de Lázaro, Jesus deixa claro que a verdadeira vida que veio nos trazer é a vida eterna. A ressurreição de Lázaro nos aponta a ressurreição definitiva que teremos. Por este ato. Jesus deixa claro que seus amigos não morrerão. E devem viver com tamanha fé na ressurreição, que nem devem se ocupar com a morte. Porém, há uma ressalva: não precisam se ocupar com a morte, se viverem sempre norteados pela graça que receberam no Batismo, cumprindo a vontade de Deus a cada dia de suas vidas.

RELACIONADO A LITURGIA COM A CAMPANHA DA FRATERNIDADE – No Brasil, infelizmente, nos preocupamos muito com a punição aos culpados. Isso é bem claro nos meios de comunicação, que sempre recuperam fatos tristes, mostrando os criminosos nos presídios. Mas pouca ou quase nenhuma atenção e presta às vítimas. Claro que os culpados pelo tráfico humano devem ser punidos. Mas como acolher as vítimas do tráfico? Por exemplo: adolescentes e jovens que, iludidos pelo dinheiro fácil, são incentivados por aliciadores para fazerem a mudança visual. Vários homens adolescentes e jovens foram libertados depois de terem sido submetidos a implantes de silicone e terem também seus corpos transformados pela ingestão de hormônios. Os aliciadores os levariam para a Europa a fim de oferecê-los no mercado sexual e ganhar dinheiro com as atividades deles.  Hoje, mesmo libertados, são travestis. Como serão acolhidos por suas famílias? Como reagirá a comunidade onde residem? O que fazer com estes jovens? Noutro extremo há mulheres também traficadas para a prostituição. O que fazer com estas mulheres libertadas das rotas da escravidão sexual? Como retirá-los do túmulo do tráfico e trazê-los para a vida novamente?

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Falar do Espírito Santo é falar de Esperança.

Falar do Espírito Santo é falar de Esperança. Num mundo marcado pelas desesperanças (fome, desemprego, guerras, etc.), a Palavra de Deus anuncia a Esperança de um mundo melhor. Aliás, o Espírito Santo de Deus sempre agiu e age onde a esperança está quase morrendo. Podemos citar Sara, cuja esperança de ter um filho de Abraão já não mais existia (Gênesis 11,29; 12,10-20). Assim também acontecia com Ana (1 Samuel 1, 4-28; 2, 1-10). O povo de Deus, escravizado no Egito, era humilhado e, por causa do sofrimento, muitos não tinham mais esperança de libertação (Êxodo 2,1-12). Muitas outras pessoas, desesperançadas, avivaram sua existência pela ação do Espírito Santo.

Na plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho ao mundo. E Jesus Cristo nasceu e viveu sem eira nem beira: “… enquanto estavam em Belém, se completaram os dias para o parto, e Maria deu à luz seu Filho primogênito. Ela o enfaixou e o colocou na manjedoura, pois não havia lugar para eles na casa” (Lucas 2, 6-7).Quando da sua morte, também não havia um lugar para depositar seu corpo (Lucas 23, 50-56). A vida, morte e ressurreição de Jesus Cristo incidem diretamente em ambientes e pessoas cuja esperança estava em baixa. Através da ação do Espírito Santo, aquelas pessoas revigoram o ânimo para viver, sonhar e lutar por um mundo melhor. O mesmo Espírito que fecundou Maria, e depois agiu através da vida de Jesus (Lucas 3, 21-22), também fecundou os discípulos, que deram à luz a Igreja (Atos 2, 1-36).

Lucas é, dentre os evangelistas, aquele que mais se preocupa em descrever a ação da esperança, tanto a vida de Jesus como ma vida da Igreja. Por isso ele escreve, além do seu Evangelho, o livro dos Atos dos Apóstolos.

A ESPERANÇA NO EVANGELHO DE LUCAS

Em seu Evangelho, Lucas apresenta um casal idoso sem filhos. Para Zacarias e Isabel não havia esperança de ter um descendente, pois ela era estéril (Lucas 1, 5-25). Mas Deus inverte esta situação e faz o sorriso brotar nos lábios da prima de Maria ao sentir-se grávida de João Batista, o precursor. Quando a mãe de Jesus vai visitar Isabel, o Espírito a faz entoar o cântico da esperança dos pobres, que é o projeto político de Deus para os pobres humilhados (Lucas 1, 46-56). Depois de muitos anos, quando entrou em uma sinagoga, Jesus confirmou as palavras de sua mãe dizendo: “O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou coma unção, para anunciar a Boa Nova aos pobres” (Lucas 4,18). Lucas inicia seu Evangelho narrando a ação do Espírito que traz esperança para a humanidade. Depois de descrever a morte do Filho de Deus incluindo aí a narrativa da falta de esperança dos discípulos diante dos fatos ocorridos, Lucas novamente fala da Esperança ao narrar o encontro de Jesus com os discípulos de Emaús. Este encontro desperta naqueles homens desanimados o espírito da esperança (Lucas 24, 13-35)

A ESPERANÇA NO LIVRO DOS ATOS DOS APÓSTOLOS

Após a morte e ressurreição de Jesus, a grande questão era esta: quando acontecerá a plenitude do Reino de Deus? Jesus lhes responde: “Não cabe a vocês saberem nem o dia ou a hora, os tempos e as datas que o Pai reservou à sua própria autoridade. Mas o Espírito descerá sobre vocês e dele receberão forças para serem as minhas testemunhas…” (Atos 1, 6-8). É através da ação do Espírito que os discípulos encontram forças para anunciar a Esperança (Atos 2, 14-36), lutar contra os que promovem a desesperança (Atos 4, 1-31) e dar testemunho, mesmo com a entrega da própria vida (Atos 7, 54-60).

A ESPERANÇA NA VIDA DA IGREJA HOJE

O Espírito Santo continua a agir nas pessoas, hoje, fazendo-as sentir a Esperança diante dos desafios da Evangelização. Prova disso é o nascimento de novas formas de evangelizar ou de organizar a Igreja em comunidades vivas, testemunhas fecundas da Boa Nova presente no mundo. Para que você possa ser uma testemunha da esperança, é preciso, antes que fale de Deus e da esperança para os outros, deixe que a ação do Espírito fecunde a sua própria vida. Somente pessoas tocadas pelo Espírito são capazes de se transformarem em instrumentos de ação transformadora neste mundo.

Depois de tocadas pelo Espírito Santo, passam a agir em nome dele e se tornam missionárias do Reino.

SENTIDO BÍBLICO DA MISSÃO:

Convite divino:

Marcos 6,15

Palavra de Deus como fonte da missão: Gênesis 1,26 e João 4,8-16 Sentido Trinitário da Missão

João 3,16;  14,9; 20, 21-22

Sentido da Missão

Mateus 10,8 e Lucas 10,20

Sentido ampliado da missão

Lucas 9, 50

Sentido eclesiológico da missão

Mateus 5, 13-16

Desejo de todo missionário

Mateus 5,48 e 1 Tessalonicenses 4,3

A vida do Missionário: Filipenses 1,21

Humildade do missionário – João 8, 7

Universalidade da Missão

Atos 2, 1-13

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CONFISSÕES EM ITATIBA – QUARESMA

Paróquia de Santo Antonio e Nossa Senhora Aparecida – Itatiba – SP.

CONFISSÕES DURANTE A QUARESMA 2014Leia na Bíblia – Mc 2,15-17; Jo 20,19-23; Rm 6,2-13; Ef 4,25-32-“Aqueles a quem perdoardes os pecados serão perdoados.” (Jo 20,23)

Confissões-Paróquias de Itatiba

25/03/

19h30

N.S. da Penha

26/03

19h30

S. Antonio

26/03

19h30

N. S. Aparecida

27/03

19h30

Santa Cruz

28/03

15h00

N. S. do Belém

28/03

19h30

N. S. Belém

31/03

19h30

Santa Rita

02/04

19h30

N.S. de Fátima

07/04

19h30

S. Bento

08/04

20h30

S. Antonio

09/04

20h30

N. S. Aparecida

12/04

20h30

S. Antonio

 

O momento da confissão é somente para declarar o pecado e receber a absolvição. Mas, se você quiser, além da confissão dos pecados, receber orientação ou tirar dúvidas, procure o sacerdote nos seguintes locais, horários e dias da semana:

S. Antonio

Terça

15 às 17horas

S. Antonio

Terça

20h30 às 22horas

Centenário

Quarta

15 às 17horas

Centenário

Quarta

20h30 às 22horas

Centenário

Domingo

20h30 às 21h30

Ou, ligue para 4524-2625 ou 45246693 para agendar outro horário, sempre em concordância com a agenda do sacerdote.

Para receber este sacramento, faça um bom exame de consciência, tendo a vida de Jesus como espelho, seguindo os passos abaixo indicados:

1º PASSO – Eu e Deus: Jesus viveu unido a Deus, seu Pai e realizou a Sua vontade. Você tem rezado e lido a Bíblia todos os dias, ou só se lembra de Deus quando precisa? Preocupa-se em perguntar qual é a Vontade divina antes de decidir o que fazer? Faltou à missa nos dias santificados? Fraqueja na fé e se deixo atrair por outras religiões, seitas e superstições. Talvez já tenha até blasfemado…

2º PASSO – Eu e os outros: Jesus acolheu a todos sem discriminação. Seu ensinamento maior é: “Amai-vos uns aos outros, como eu vos amei.” (Jo 15,12). Você, na vida familiar e social, procura viver este ensinamento? Não aceita as pessoas como são, gosta de ser valorizado, mas não valoriza o outro? Provoca tensões e até violências nos relacionamentos. Não lhe é fácil perdoar nem pedir perdão?

3º PASSO – Eu como pessoa humana. Jesus foi um Homem perfeito, tal como Deus sonha para todo ser humano. Jesus, livre, convicto e comprometido com sua missão é transparente, terno, misericordioso, manso e humilde de coração. Você é verdadeiro ou gosta de mentir, é leal ou desleal com os outros? Deixa-se levar pela onda do momento, contrariando a fé e os seus compromissos. Você tem aperfeiçoado o caráter e multiplicado os talentos que Deus lhe deu?

4º PASSO – Eu e a sociedade – Jesus não foi corrompido pelo poder, dinheiro e prazer. Teve predileção pelos pobres da sociedade. Você se deixa corromper pela mentalidade de sempre levar vantagens? Deixa-se levar pela ganância do dinheiro e pela ambição da posição social? Você é capaz de ajudar os outros? Tem solidariedade na luta pela justiça social em favor dos que são explorados? Usa da política mais para interesses pessoais ou partidários do que pensando no bem comum e principalmente nos que mais sofrem.

5º PASSO – Eu e minha Comunidade – Jesus permanece conosco “até o fim dos tempos” (Mt 28,20) e quer que façamos parte da sua Igreja. Você, batizado, participa das atividades da Igreja ou fala mal dela como se sentisse Igreja? Não se interessa pelas atividades da Igreja e desvaloriza os sacramentos como sinais de Jesus Ressuscitado para sua salvação? Fica afastado principalmente dos sacramentos do perdão e da comunhão.

ATO DE CONTRIÇÃO Meu Deus, eu me arrependo sinceramente de todo o mal que pratiquei e reconheço que vos ofendi e também prejudiquei o meu próximo e a minha Comunidade. Prometo firmemente, ajudado pela força do vosso Espírito, fazer penitência e não mais pecar. Pela vossa misericórdia e pelos méritos da paixão e morte de nosso Redentor Jesus Cristo, tende piedade de mim e perdoai-me.

(fonte – missionários Redentoristas – livro Fé e Vida)

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TODOS DEVEM TER O SAGRADO DIREITO AO “TIQUINHO”

            TODOS DEVEM TER O SAGRADO DIREITO AO “TIQUINHO”

 

            Agora, ao ler este artigo, você abre seus olhos para levar um “tiquinho” de mim até sua mente e seu coração. O que vai fazer deste “tiquinho”, eu não sei. Ele é seu e por isso tem o direito de fazer dele o que quiser. Espero que sua vida, você receba muitos outros “tiquinhos”. Um “tiquinho” dos filhos, da esposa ou esposo, dos amigos, patrão, funcionários, clientes…  O que importa é que cada dia do novo ano haja muitos “tiquinhos” em sua vida.

            “Tiquinho” é uma forma carinhosa de apelidar a atenção, o diálogo, a responsabilidade, o carinho, o companheirismo. É também uma palavra que sintetiza momentos de prazer, como passear com a família, jogar conversa fora, ficar à vontade entre amigos sem a pressão do relógio ou preocupações outras senão a de estar em boa companhia curtindo a vida. “Tiquinho” é remédio para a solidão, consolo para as tristezas e alimento diário para a alma.

            Vivemos num mundo em que muitos buscam grandes coisas: o empregão, o casamentão, o carrão, o corpão.  Para estes, o “tiquinho” soa até ridículo. Aliás, dar “tiquinho”, segundo eles, é gastar tempo à toa. Infelizmente não percebem que o alicerce da vida é feito dos “tiquinhos” trocados entre os que se amam e que sustentam casamentos, convivência familiar, e amizades.

             A repetição do termo “tiquinho” é proposital. Desejo fazer com que o conceito desta palavra penetre em seu coração e que você deseje dar e receber “tiquinhos” todos os dias da sua existência. Esta é a técnica dos anunciantes: repetir várias vezes o nome de um produto para que a repetição exaustiva desperte o desejo do consumo.  Para que isto aconteça, não basta apenas escrever várias vezes “tiquinho”. É preciso apresentar a sua importância.

            Imagine uma pessoa com uma séria doença. Ela está acamada e sem possibilidades de realizar quaisquer atividades. Precisará de “tiquinhos” de atenção para tudo. Mas, como o povo diz, a gente colhe o que planta. Se durante a vida esta pessoa não cultivou o hábito de dar “tiquinhos” de si para os outros, certamente terá que esmolá-los ou, pior, comprá-los.

            Para que você não se torne um esmoler ou comprador de “tiquinhos”, espero que você os dê para as pessoas que ama. Não adiantará ter muitas posses se não tiver quem curta suas conquistas com você. Uma ressalva: endinheirados têm ao redor muitas pessoas. Mas serão todas verdadeiras amigas? Os amigos verdadeiros são os que sabem dar “tiquinho”.

            E aqui descrevo outra qualidade do “tiquinho”. Ele não tem valor econômico e sim um valor afetivo. E ele nunca é interesseiro, mas surge do espírito da graça do amor. É por isso que muitas vezes você passa horas com pessoas em um churrasco ou passeio, mas não se sente amado. É que os presentes àquele evento não sabem dar de si, apenas receber para si.

 Pessoas que dão e recebem “tiquinhos” nunca olham somente para si. Suas relações têm duas mãos, vai e volta, dão e recebem. E por isso sorriem com facilidade e superam momentos difíceis com coragem. Espero que em você tenha o desejo do “tiquinho” todo dia. Só assim cada dia trará para sua família 24 horas de atenção, carinho, responsabilidade e companheirismo. E que o seu ambiente de trabalho também seja repleto de “tiquinhos” entre patrões, funcionários e clientes. E que as autoridades deste país saibam dar “tiquinhos” para as áreas da saúde, educação, emprego, transporte e lazer da população. Tenhamos todos muitos “tiquinhos” todos os dias!

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RESUMO CF 2014 – TRÁFICO HUMANO –

CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2014

TEMA – Tráfico Humano e Fraternidade

LEMA – “É para a Liberdade que Cristo nos libertou”

( Gálatas 5,1).

ENTENDA O CARTAZ DA CAMPANHA

1-O cartaz da Campanha da Fraternidade quer refletir a crueldade do tráfico humano. As mãos pequenas estendidas para cima e acorrentadas simbolizam a situação de dominação e exploração dos irmãos e irmãs traficados e o seu sentimento de impotência perante os traficantes. A mão maior voltada para baixo que sustenta as correntes representa a força coercitiva do tráfico, que explora vítimas que estão distantes de sua terra, de sua família e de sua gente.

2-Essa situação rompe com o projeto de vida na liberdade e na paz e viola a dignidade e os direitos do ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus. A sombra na parte superior do cartaz expressa as violações do tráfico humano, que ferem a fraternidade e a solidariedade, que empobrecem e desumanizam a sociedade.

3-As correntes rompidas e envoltas em luz revigoram a vida sofrida das pessoas dominadas por esse crime e apontam para a esperança de libertação do tráfico humano. Essa esperança se nutre da entrega total de Jesus Cristo na cruz para vencer as situações de morte e conceder a liberdade a todos. “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5, 1), especialmente os que sofrem com injustiças, como as presentes nas modalidades do tráfico humano, representadas pelas mãos na parte inferior.

4-A maioria das pessoas traficadas é pobre ou está em situação de grande vulnerabilidade. As redes criminosas do tráfico valem-se dessa condição, que facilita o aliciamento com enganosas promessas de vida mais digna. Uma vez nas mãos dos traficantes, mulheres, homens e crianças, adolescentes e jovens são explorados em atividades contra a própria vontade e por meios violentos. (Fonte: CF 2014).

 

O objetivo geral da Campanha daFraternidade será “

identificar as práticas de tráfico humano em suas várias formas e denunciá-las como violação da dignidade e da liberdade humanas, mobilizando cristãos e pessoas de boa vontade para erradicar este mal com vista ao resgate da vida dos filhos e filhas de Deus” (CF 2014).

A Campanha tem também seis objetivos específicos:

1-    Identificar as causas e modalidades do tráfico humano e os rostos que sofrem com essa exploração;

2-   Denunciar as estruturas e situações causadoras do tráfico humano;

3-   Reivindicar dos poderes públicos, políticas e meios para a reinserção das pessoas atingidas pelo tráfico humano na vida familiar e social;

4-   Promover ações de prevenção e de resgate da cidadania das pessoas em situação de tráfico;

5-   Suscitar, à luz da Palavra de Deus, a conversão que conduza ao empenho transformador dessa realidade aviltante da pessoa humana;

6-   Celebrar o mistério da morte e ressurreição de Jesus Cristo, sensibilizando para a solidariedade e o cuidado às vítimas desse mal.

O Papa Francisco assim se referiu ao tráfico humano: “O tráfico de pessoas é uma atividade ignóbil, uma vergonha para as nossas sociedades que se dizem civilizadas”. O Documento de Aparecida afirma que “o tráfico humano é uma das questões sociais mais graves da atualidade” (cf. Celam, Documento de Aparecida, 7a. Edição, 2008, n.73).

RESUMO DO TEXTO BASE CF 2014

A CNBB nos apresenta a Campanha da Fraternidade como itinerário de libertação pessoal, comunitária e social. Tráfico Humano e Fraternidade é o tema da Campanha para a quaresma em 2014. O lema é inspirado na carta aos Gálatas: “É para a Liberdade que Cristo nos libertou” (5,1).

O Tráfico Humano viola a grandeza de filhos, é cerceamento da liberdade e o desprezo da dignidade dos filhos e filhas de Deus. Resgatar essa dignidade, identificar as práticas de tráfico humano e denunciá-lo são objetivos dessa Campanha da Fraternidade. Mobilizando cristãos e a sociedade brasileira para erradicar o mal do Tráfico Humano, a Campanha propõe-se a reivindicar dos poderes públicos, políticas e meios para a reinserção das pessoas atingidas e sensibilizar para a solidariedade com ações preventivas.

As principais modalidades do Tráfico Humano são: Trafico para exploração no trabalho, para exploração sexual, para extração de órgãos, para adoção de crianças, para exploração da força de trabalho, para atividade ilícita. O Tráfico Humano caracteriza-se pela ampla estrutura do crime organizado, em rotas nacionais e internacionais e internacionais, pela invisibilidade ajudada pela falta de denúncia e pelo aliciamento e a coação.

A globalização com a competição econômica tem provocado migrações de pessoas em busca de melhores condições de trabalho e de vida. Essas pessoas tornam-se vulneráveis perante a ação de tráfico humano.

Temos que distinguir na migração atual, tráfico de pessoas do contrabando de migrantes, pois nesse último, existe o consentimento do trabalhador sujeitando-se a uma condição de ilegalidade. Visando o lucro acima de tudo, a globalização econômica gera uma massa de excluídos sujeitados à terceirização á informalidade e as formas precárias de trabalho. Dessa condição aproveita-se o tráfico humano para aliciar pessoas, com propostas de trabalho enganosas.

O enfrentamento do crime do Tráfico Humano exige a cooperação entre os países, em áreas como a criminal, jurídica, tecnológica, econômica e de meios de comunicação. O Brasil adotou a “Convenção de Palermo” das Nações Unidas contra o Crime Organizado Transnacional onde foi assinado um Protocolo Adicional conhecido como” Protocolo de Palermo”. Esse instrumento legal internacional, o principal para prevenção, repressão e punição do tráfico humano, define o crime e aponta os elementos que caracterizam:

Os atos mais comuns o recrutamento; o transporte; a transferência; o alojamento; o acolhimento de pessoas. Os meios que configura o tráfico- ameaça; uso da força; outras formas de coação; rapto; engano; abuso de autoridade; situação de vulnerabilidade; aceitação de pagamentos ou benefícios para obter o consentimento de uma pessoa que tenha autoridade sobre a outra.

A principal finalidade- A exploração da pessoa sob várias formas: prostituição e outras formas de exploração sexual; a servidão; a remoção de órgãos. É importante frisar que, para a configuração do crime de tráfico humano, o consentimento da vítima é irrelevante. Os traficados devem ser vistos como vítima e são protegidos pela lei brasileira, mas ainda faltam leis mais abrangentes quanto ao crime de tráfico de pessoas. fortalecimento das políticas públicas, redes de atendimento e organizações para a prestação de serviços; capacitação para o enfrentamento ; produção, gestão e disseminação de informação; campanhas e mobilização.

Há necessidade de conscientizar a sociedade da importância de informar, de denunciar ao Poder Público para que se possa investigar e punir os que praticam o crime do tráfico humano, através dos canais oficiais de denúncia disponíveis em todo o Brasil.

A Igreja é solidária com as pessoas traficadas e comprometidas com a evolução da consciência sobre o valor da dignidade humana, fundamentada na Sagrada Escritura. Essa dignidade é assumida na medida em que o ser humano vive seus relacionamentos: consigo, com a natureza com o outro e com Deus em seu plano de Amor.

A ruptura dessas relações leva ao pecado da violência, da exploração do outro, agressões à dignidade humana como o tráfico de pessoas. A Boa Nova de Jesus como vemos em Gálatas “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (5,1) é uma liberdade para o serviço (Rm 6,22) e para o compromisso com a justiça do Reino ( Rm 6,16) . “Fostes chamados para a liberdade” (Gl 5,13) nos impele a vencer a idolatria do dinheiro, da ideologia e a tecnologia que se encontra na origem do pecado do Trafico Humano, onde o TER sobrepõe-se ao SER. Todo cristão é ungido no Batismo para ser um libertador como Jesus, por isso o Tráfico Humano não é somente uma questão social, mas também, eclesial e desafio pastoral. A Igreja é desafiada a ser advogada da justiça e a defensora dos pobres, cabe a ela emprestar sua voz para quem não consegue gritar, denunciar. Os três caminhos de ação que desponta são: prevenção, cuidado pastoral das vítimas e a sua proteção e reintegração na sociedade.

O Tráfico Humano beneficiado por preconceitos sociais, raciais e sexuais, agride a dignidade e liberdade de todos, por isso sua erradicação deve ser assumida por todos. Uma conversão dos corações para a solidariedade e cuidado com aponta para um caminho de menos opulência, menos concentração de riqueza e esbanjamento. Variam pastorais e organismos envolvidos com o tema foram reunidas pela CNBB ( 2011) no Grupo de Trabalho de Enfrentamento ao Tráfico Humano. Sem essas articulações da Igreja e também com a sociedade civil, não se transformará em realidade os três ps ( prevenção, punição e proteção) planejados pelo II Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas (213-216).

Fortalecer a defesa da dignidade do ser humano e esclarecer sobre a grave violação que o Trafico Humano representa, exige que sejamos como o bom samaritano. É preciso resistir “a cultura do bem estar que leva á globalização da indiferença” denunciada pelo Papa Francisco em Lampedusa-Italia.

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DIA DA MULHER

DIA DA MULHER

No Brasil há o fenômeno das mulheres que se identificam com frutas. Temos a mulher melão, mulher morango e tantas outras mais. Obviamente que tais nomes são um apelo direto aos atributos femininos que se destacam em tais figuras. Certo é que a única intenção é a comercialização da imagem da mulher oferecida ao público masculino que tem sabidamente um foco voltado para os quadris e os seios. As moças que usam seus atributos físicos para ganhar o pão de cada dia nada mais fazem do que aproveitar a lógica do mercado. Por isso não nos cabe uma análise moral de tal atitude.  Podemos no máximo dizer que elas tem uma boa visão empresarial e sabem aproveitar os dons que a natureza lhes deu e, honestamente, ganhar uns trocados.

Erroneamente pessoas pensam que foi o mercado que tornou atrativo quadris e seios. Esta atração é uma questão de instinto. Quanto maior o quadril , mais fácil será o parto. Assim também se diz quanto aos seios. Quanto mais fartos, maior será a probabilidade de alimentar os filhos. Essa facilidade resulta em benefício ao homem, pois terá menor preocupação no momento do parto e durante o período de lactação e amamentação.

Portanto, não foi o mercado erótico que despertou o interesse por quadris e seios. Os analistas deste mercado simplesmente alçaram à condição de mercadoria o que a natureza já havia colocado no homem como um item atrativo para a procriação. O que pode ser analisado sob o ponto de vista moral é o mercado estético. Aproveitando do desejo da mulher em possuir nádegas e seios mais avantajados, o mercado estético passou a oferecer cirurgias de todos os tipos. E muitos sem a devida qualificação passaram a atuar neste espaço, tornando-se açougueiros da estética. Daí o resultado de tantas mulheres mutiladas e com a auto-estima totalmente abalada em consequência de cirurgias mal sucedidas resultarem em cicatrizes horríveis ou próteses deslocadas.

No dia internacional da mulher caberia uma reflexão que a transpusesse para além da tarefa da atração sexual. A feminilidade não se reduz a nádegas ou seios e nem tais atributos tornam uma mulher mais feminina ou não. É necessário destacar a capacidade da ternura, do aconchego e do colo que toda mulher é capaz de oferecer. Talvez o mundo tenha perdido a ternura e a capacidade de aconchego por conta disto mesmo. Ao disputar o mercado, a mulher tornou-se tão – e em algumas situação mais – agressiva que o homem.

Tal atitude de agressividade feminina é compreensível diante do machismo. Vencer machos ávidos de poder exige uma atitude rígida. Mas, depois que se alcança a vitória sobre a cultura machista, é necessário voltar à ternura própria da feminilidade.

Hoje, os gays estão assumindo a ternura que algumas mulheres deixaram para trás.  Talvez isso seja de alguma forma positivo na medida em que a ternura continua existindo. Mas, independente de gays ternos, é preciso recuperar a ternura feminina e, com ela, manter a presença da mulher em todos os setores do mercado produtivo e empresarial.

Ao buscar seios e nádegas fartos, mulheres e transexuais nada mais fazem do que cultuar e perdurar a cultura machista. E sempre serão tão e somente um objeto de satisfação do macho ávido de poder e satisfação egoísta.

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PLANO PASTORAL DA PARÓQUIA DE SANTO ANTONIO E NOSSA SENHORA APARECIDA

PARÓQUIA DE S. ANTONIO E N. S. APARECIDA – DIOCESE DE BRAGANÇA PAULISTA – SP

 

A Igreja necessita de uma forte comoção que a impeça de se instalar na comodidade, no estancamento e na indiferença, à margem do sofrimento dos pobres do Continente. Necessitamos que cada comunidade cristã se transforme num poderoso centro de irradiação da vida em Cristo. Esperamos um novo Pentecostes que nos livre do cansaço, da desilusão, da acomodação ao ambiente; esperamos uma vinda do Espírito que renove nossa alegria e nossa esperança. Por isso, é imperioso assegurar calorosos espaços de oração comunitária que alimentem o fogo de um ardor incontido e tornem possível um atrativo testemunho de unidade “para que o mundo creia” (Jo 17,21). DOCUMENTO DE APARECIDA 362

PLANO DE PASTORAL

Em Assembleia Diocesana realizada no dia 15 de novembro de 2013, ficou decidido que as Paróquias devem organizar a pastoral com atenção para a evangelização das famílias, levando em consideração as diretrizes diocesanas elaboradas para iluminar a ação evangelizadora no período 2011-2015.

            Obedecendo às determinações diocesanas, a Paróquia de Santo Antonio e Nossa Senhora Aparecida elege os SETORES MISSIONÁRIOS como o lugar privilegiado para a evangelização das famílias. Todos os grupos pastorais da Paróquia, de alguma forma e dentro das suas possibilidades, colaborarem para que os setores missionários sejam dinamizados.

è O Objetivo dos setores missionários é – Possibilitar às famílias católicas de um determinado local a vivência comunitária da fé, o aprofundamento dos conhecimentos bíblicos e doutrinais e a experiência do encontro com Jesus Cristo, caminho, verdade e vida.

O ideal é que consigamos, a médio prazo, provocar: 1- Encontros catequéticos nos setores; 2- Encontros de pais e padrinhos nos setores. Isso sem anular o esquema que temos – encontros nos espaços paroquiais da catequese e os encontros de preparação de pais e padrinhos

Os setores missionários são o “mar adentro” que Jesus convida-nos a pescar. Ficar evangelizando somente dentro ou ao redor dos templos seria como pescar no aquário. No mar adentro há o perigo das altas ondas, das tempestades e dos tubarões. Temos que correr o risco de encontrarmos os problemas familiares (tempestades), conflitos entre famílias (altas ondas) ou mesmo vizinhos incomodados com os encontros ou membros de outras práticas religiosas que contestem nossa ação (tubarões). Mesmo correndo estes riscos, somente nos setores pastorais é que encontraremos novos membros para a Igreja. Ademais, vale lembrar que a evangelização por excelência acontece no ambiente em que a pessoa vive. Por querermos evangelizar as famílias, temos que inserir a evangelização no ambiente familiar.

Ainda quanto à evangelização das famílias, favoreceremos o encontro com aquelas que estão próximas, mas que ainda não foram destacadas para a evangelização, tais como:

1-    Famílias dos catequizandos ou aquelas que receberam o sacramento do matrimônio ou que batizaram aos seus filhos –  (responsabilidade Dimensão Catequética)

2-    Famílias beneficiadas pelas cestas básicas – (responsabilidade da Dimensão Social)

3-    Famílias que recebem o quadro da Mãe Rainha (Responsabilidade da Dimensão Missionária)

4-    Famílias que participam somente das missas e celebrações (responsabilidade Dimensão Litúrgica).

Os coordenadores das dimensões acima indicadas devem promover encontros com estas famílias e provocar a solidariedade das outras dimensões para estas atividades.

Todos os evangelizadores da Paróquia de Santo Antonio e Nossa Senhora Aparecida assumem como orientação as seguintes verdades:

A Palavra de Deus nos convida a deixarmo-nos conduzir pelo Espírito missionário do Pai (Lc 3,21; 4,1-14). Aliás, toda a nossa ação deve ser conduzida por este Espírito (At 4,31; 13,2). Podemos dizer que todos os batizados devem ter a consciência missionária alicerçada na Palavra de Deus para que a vida comunitária reluza a vida em Cristo para todos (Fl 2,2-5). Quem concede o Espírito para os cristãos é Jesus Cristo: (Jo 20,22). Ao escolher seus discípulos, Jesus não foi bater nas portas de pessoas sábias, mas nas casas de simples lavradores e pescadores da Galiléia. Quando o Filho de Deus voltou para a casa do Pai, quem espalhou a Boa Nova foram missionários convertidos e apaixonados por Jesus (At 20, 17-21). Tendo recebido o Espírito Santo, os primeiros cristãos tornaram-se:

 

Humildes (Mt 20, 25-28)

Confiantes na Palavra de Deus (Jo 4, 12-13)

Despojados (Lc 9, 1-6)

Solidários e fortificados no trabalho em equipe(Rm 12,3-8; 1Cor 12,12-26)

Disponíveis  (Lc 9, 57-62)

Comunhão intensa com o Projeto do Reino de Deus (Jo 15, 4-5; Mt 10,12)

Orantes–oração pessoal e comunitária   (Lc 6,12; Mt 14, 32-34)

Alegres por anunciar e testemunhar o Reino de Deus e compartilhar os dons que Deus concede a cada uma de suas criaturas (Lc 10,17-21)

DIMENSÕES PASTORAIS DA PARÓQUIA DE SANTO ANTONIO E N. S. APARECIDA

 

Para melhor execução dos propósitos estabelecidos para a evangelização das famílias, a Paróquia de Santo Antonio e Nossa Senhora Aparecida estabelece cinco Dimensões que são elementos constitutivos da ação pastoral da Igreja, fundamentados na própria vida cristã pessoal e comunitária, local privilegiado da atuação visível do Espírito Santo na Igreja.

  

AS DIMENSÕES PAROQUIAIS SÃO

I-             DIMENSÃO DA SOLIDARIEDADE MISSIONÁRIA –  

OBJETIVO GERALFavorecer a participação de todos. Despertando nos batizados o Espírito comunitário e participativo (1Cor 10,21; Cl 1,12)

Esta dimensão pode favorecer à evangelização das famílias através da partilha dos recursos financeiros e ambientes adequados à evangelização.

 

A dimensão da Solidariedade Missionária é a vocação própria da Igreja e visa à concretização do testemunho da comunhão de todos na obra do anúncio da Palavra de Deus. É o Espírito que convoca e reúne seu povo para viver e partilhar o tempo e os bens materiais em comunidade, conforme o carisma e a missão que a cada um são concedidos, segundo o dom de Deus.

 

GRUPOS QUE PARTICIPAM DA DIMENSÃO DA SOLIDARIEDADE MISSIONÁRIA

1-    CONSELHOS PAROQUIAIS E COMUNITÁRIOS

2-    EQUIPE DOS ASSUNTOS ECONÔMICOS PAROQUIAIS E COMUNITÁRIOS

3-    EQUIPE DO DÍZIMO

4-    EQUIPE DAS REFORMAS E CONSTRUÇÕES

5-    EQUIPE DO ALMOXARIFADO

 

Explicação dos objetivos e ações específicas de cada grupo desta dimensão

 

CONSELHO PASTORAL PAROQUIAL (CPP)

Objetivo – Manter a unidade das Comunidades em torno do Objetivo da Evangelização das Famílias

Dinâmica das reuniões do CPP- Os assuntos do CPP são motivados pelo Pároco em conjunto com os Articuladores Paroquiais. Também os articuladores das comunidades podem e devem trazer assuntos a serem discutidos no CPP.

Ações específicas – manter reuniões mensais para avaliação do que foi feito e planejamento de novas ações. Provocar as comunidades para que haja solidariedade entre elas nas ações específicas de cada uma, como as festas de padroeiro(a), novenas nos tempos fortes e missões. Um livro de Ata deve ser aberto para manter viva as decisões, bem como também a  recuperação destas para as avaliações.

 

CONSELHO PASTORAL COMUNITÁRIO (CPC)

Objetivo – manter a unidade das pastorais em torno do objetivo da Evangelização das Famílias, bem como partilhar recursos humanos e materiais para a obra evangelizadora de cada pastoral. Um livro de Ata deve ser aberto para manter viva as decisões, bem como também a  recuperação destas para as avaliações.

Dinâmica das reuniões do CPC – Os coordenadores das Pastorais trazem para os encontros do CPC as decisões pastorais dos seus grupos, bem como suas dificuldades e alegrias. É importante lembrar que quando uma ação sai da rotina específica de um grupo evangelizador, esta ação extraordinária deverá ser aprovada e também assumida pela comunidade na qual está inserida. Sem esta aprovação, anotada na Ata da Reunião do CPC, o Pároco ou o articulador da Comunidade desautorizarão tal atividade.

Ações específicas – manter reuniões (mensais ou bimestrais) para articular a ação das pastorais no espírito da comunhão.

 

EQUIPE DOS ASSUNTOS ECONÔMICOS – PAROQUIAL E COMUNITÁRIOS

Objetivo – Manter controle total sobre as contas a pagar e o saldo bancário.

Ações específicas – 1- fazer a conferência das coletas.  2- Juntamente com a equipe do dízimo, conferir as doações e registrá-las em livro especificado com o nome e a doação de cada dizimista. 3- Manter controle das atividades de arrecadação (bingos, jantares, etc.), tanto das pastorais como das comunidades.

 

EQUIPE DO DÍZIMO

Objetivo – Divulgar o verdadeiro sentido do Dízimo e as suas três dimensões: religiosa, social e missionária. Prioridades: 1- divulgar a importância da família na participação da manutenção da obra evangelizadora. 2- Divulgar o verdadeiro sentido do Dízimo.

Ações:  a)     Definir dinâmicas do encontro; Preparar material para ser trabalhado; b)     Encontro de catequese as famílias dos catequizandos e aquelas que nos procuram para a celebração do sacramentos do matrimônio e do batismo.

 

 

EQUIPE DAS REFORMAS E CONSTRUÇÕES

Objetivo – 1- Manter sintonia completa com o Conselho Econômico para que haja equilíbrio entre os investimentos com as despesas das construções e reformas e os investimentos pastorais. 2-  Cuidar para que o ritmo das obras obedeça o ritmo das arrecadações financeiras. 3- Zelar para que as compras de materiais sejam feitas em regime de mutirão para as comunidades que mantém obras a fim de conseguir melhores preços.

Ações específicas -  os responsáveis pelas construções e reformas das quatro comunidades se reúnem periodicamente para partilhar as dificuldades e alegrias. Devem indicar um representante para participar do CPP.

 

EQUIPE DA ADMINISTRAÇÃO DOS BENS PAROQUIAIS (ALMOXARIFADO)

Objetivo – Cuidar dos bens paroquiais (mesas, cadeiras, bancos, materiais elétricos e eletrônicos, panelas, talheres, fogões, geladeiras e similares, etc.) e, quando solicitados, gerenciar através de recibos para o empréstimo e entrega dos mesmos.

Ações específicas – fazer a cada seis meses uma verificação dos bens e o estado dos mesmos. Manter o livro de registro dos bens paroquiais atualizado.

 

 

II-                 DIMENSÃO LITÚRGICA –

OBJETIVO GERAL – Favorecer uma liturgia viva, acolhedora, reveladora de Jesus Cristo. Despertando nos batizados o Espírito da Igreja que celebra a vida em comunidade (Lc 14,17; Ap 19,9-17)

 

Esta dimensão favorece a evangelização das famílias através da dinamização das celebrações nos setores e participação nos momentos de oração nos encontros e retiros paroquiais.

 

A Dimensão Litúrgica prepara o conteúdo das celebrações a partir das orientações da Igreja e indica os responsáveis pelas ações em cada celebração. Também convida, reúne e forma  liturgicamente pessoas dispostas a participar e se envolver nas celebrações para torná-las mais espiritualizadas e, principalmente, vivenciais.

 

GRUPOS QUE PARTICIPAM DA DIMENSÃO LITÚRGICA PAROQUIAL

1-    MINISTROS DA PALAVRA  E DA EUCARISTIA– 2- LEITORES, COMENTARISTAS, SALMISTAS, 3- COROINHASE ACÓLITOS, 4- MINISTÉRIOS DE MÚSICA – 5- PASTORAL DA ACOLHIDA

 

Explicação dos objetivos e ações específicas de cada grupo desta dimensão

 

1-    MINISTROS DA PALAVRA, DA EUCARISTIA E DOS ENFERMOS

Objetivo Geral: Desempenhar este Ministério em comunhão com o Padre, tanto na comunidade, através da preparação do conteúdo das homilias e construção do esquema de cada celebração e também zelar do espaço e objetos sagrados, para que através de nosso ministério a comunidade possa melhor ser servida e celebrar seu encontro com Jesus Eucarístico. Igualmente, em solidariedade com o padre, visitar os enfermos e seus familiares.

Ações específicas –  

1-    Os Ministros da Palavra devem reunir-se uma vez por mês com o sacerdote para que, juntos, definam os conteúdos das homilias. Também devem estar atentos às celebrações dos setores missionários

2-    Os Ministros da Eucaristia devem obedecer às escalas e, quando for necessária a ausência, informar ao responsável pela coordenação dos Ministros.

3-    Os Ministros que visitam aos enfermos, manter atualizada a ficha de cada enfermo e a regularidade da visita do padre a estes nos tempos da Páscoa e Natal.

 

2-    LEITORES, COMENTARISTAS E SALMISTAS

Objetivo – Tornar-se um instrumento de deus para a proclamação da sua Palavra a fim de que esta seja de fato audível e compreensível para que se torne comunhão de vida para todos.

Ações específicas – Periodicamente promover encontros para treinamento da voz, postura litúrgica e distribuição das tarefas. Os leitores, Comentaristas e Salmistas devem indicar um representante para participar uma vez por mês (primeiro sábado) da reunião de preparação das celebrações.

 

 

 

 

3-    ACÓLITOS E COROINHAS

Objetivo: Evangelizar crianças e adolescentes para servir Jesus Cristo na Igreja. Ajudá-los a conhecer mais a pessoa de Jesus Cristo e amadurecer a sua fé. Contribuir com sua participação na comunidade junto com sua família.

Ações específicas: 

a)     Reunião com os pais para informá-los sobre o nosso trabalho;

b)     Participar das Missas, servindo o altar e ajudando nas celebrações, inclusive dos Batizados e matrimônios. c)     Fazer um encontro prático e dinâmico, mostrando todos os paramentos litúrgicos, para celebrar com mais unção; 

d)      Fazer com que os acólitos e coroinhas conheçam  mais a Bíblia;.

O ideal os coordenadores dos Acólitos e Coroinhas é estimulá-los a participar mais na comunidade, para o seu próprio crescimento. Também devem envolver cada vez mais as famílias na comunidade.

Os coordenadores dos acólitos e coroinhas participam das reuniões mensais para a preparação da liturgia (primeiro sábado de cada mês)

 

4-    MINISTÉRIOS DE MÚSICA

OBJETIVO – Tornar mais participativa as celebrações através das músicas litúrgicas.

Ações específicas – Promover ensaios e integração entre os grupos de música. Estar atentos ao som para que a amplificação dos instrumentos não cubra a voz dos cantores que levam a mensagem para a assembleia. Motivar a participação dos ministérios também nas celebrações do batismo e, quando necessário, das celebrações matrimoniais – no caso de casais pobres, sem condições de contratar grupos musicais.

 

5-    PASTORAL DA ACOLHIDA

OBJETIVO – Acolher também é evangelizar. A Pastoral da acolhida não somente acolhe com o aperto de mão, mas cuida para que os presentes nas celebrações encontrem seus lugares, sejam atendidos em suas necessidades e possam também solicitar informações.

 

III-              DIMENSÃO MISSIONÁRIA

OBJETIVO GERAL – Favorecer o espírito missionário – anunciar a salvação em Cristo. Despertando nos batizados a vontade de anunciar a fé que professam (At 10, 42; Lc 9,2; Mt 11,1)

Esta dimensão favorece a evangelização das famílias através da motivação paroquial quanto ao cuidado pastoral com os setores missionários e o despertar de todas as pastorais para a importância da consciência missionária.

 

A missionariedade é essencial para a vida da Igreja. Missão é comunicação de um amor. É questão de caridade. O motivo da missão é o amor de Deus por todos os homens e o seu desejo de que todos sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade. Assim, se, por um lado, a missão é questão de amor, por outro, é questão de fé no projeto universal de salvação para toda a humanidade.

 

FAZEM PARTE DA DIMENSÃO MISSIONÁRIA

1-    COMIPA – 2- LIGA CATÓLICA – 3- APOSTOLADO DA ORAÇÃO – 4- MÃE RAINHA –

5- RCC – 6- GRUPOS DE JOVENS, 7- PASTORAL VOCACIONAL – 8 – CEBs

 

Explicação da ação específica de cada grupo

 

1-    COMIPA –

Objetivo – Evangelizar todos os movimentos, pastorais e serviços para que despertem a consciência de que são discípulos missionários de Jesus Cristo. Portanto, o COMIPA tem como objetivo o envolvimento das pessoas nos grupos, na comunidade e na Paróquia, com o espírito missionário a fim de organizar e animar a Pastoral Paroquial com o objetivo da Evangelização das Famílias.

Ação específica – motivar a organização e dinamização dos setores missionários através da participação das pastorais, tanto nas celebrações e missas, bem como nos momentos de novenas, rezas do terço e círculos bíblicos.

 

2-    LIGA CATÓLICA –

OBJETIVO – Manter os membros da Liga atentos à oração e ao trabalho missionário.  Fazer visitas às famílias dos catequizandos e convidá-las à participação  nas missas e outras atividades comunitárias.

Ações específicas – reunir-se uma vez por mês para a oração e distribuição das tarefas.

 

3-    APOSTOLADO DA ORAÇÃO

Objetivo: Perseverar na Oração com Jesus, através do oferecimento diário, pela santificação da Igreja e aumento das vocações.

Ações específicas:  a)  Reunir todas as zeladoras com seu coordenador para redescobrir a importância, finalidade e objetivo do Apostolado da Oração na Paróquia e o como podem colaborar na evangelização das famílias; b)     Possibilitar o acesso nos momentos formativos para que todos se sintam membros atuantes e identificar as causas da pouca participação nas reuniões; c)      Motivar para que todos participem das celebrações nos setores missionários. d)     Adquirir o Boletim mensal e encontrar uma forma para que todos o tenham no início do mês (1ª sexta-feira);  e) Visitar as famílias enlutadas e junto a elas rezar o terço pelo falecido, f) Convidar, preparar e envolver os associados no encontro do Apostolado Diocesano no mês de Junho.

 

4-    MÃE RAINHA

Objetivo: Levar Jesus e rezar com as famílias através da visita de Nossa Senhora.

Ações específicas -  a)  despertar a Boa vizinhança; b)     Que Nossa Senhora tenha um lugar na casa e na família; c)      Conhecimento das necessidades das família visitadas.

Importante – o Movimento das Capelinhas deve motivar o entrosamento nos setores missionários das famílias que recebem a visita da Mãe Rainha.

 

5-    RCC

Objetivo – Manter encontros de louvor, seminários de vida e outros momentos que possibilitem o aprofundamento da espiritualidade missionária dos cristãos.

Ações específicas – 1- encontros de louvor semanal; 2- encontros dos intercessores; 3- ensaios de música; participação nos setores missionários.

 

6-    GRUPOS DE JOVENS

Objetivo: Formar líderes jovens para atuar na Igreja e testemunhar a fé em Cristo no meio social. Os coordenadores dos grupos de jovens devem motivar a  Perseverança e envolvimento dos jovens na Igreja;

Ações específicas – a)     Realizar atividades (reuniões, retiros e ações missionárias) que mobilizem a juventude. Motivar os jovens quanto à participação nos setores missionários, celebrações do batismo e matrimônio. A juventude deve agir com vistas à evangelização de sua própria família e também daquelas que são vizinhas à sua casa.

 

7-    PASTORAL VOCACIONAL

OBJETIVO – Despertar os cristãos para a vocação específica

Ações específicas – promoção de encontros vocacionais

 

8-    CEBs

Objetivo – fomentar a formação de pequenos grupos de reflexão e celebração litúrgica, assessorando os setores missionários, bem como os grupos de famílias organizados pela pastoral familiar

Ações específicas – participação nos momentos da religiosidade popular nos setores e promoção dos momentos de novenas nos tempos fortes (festas de padroeiros, quaresma e natal)

 

IV-              DIMENSÃO SOCIAL

OBJETIVO GERAL – Favorecer o espírito solidário (fermento, sal e luz) – graça do amor de Deus no mundo. Despertando nos batizados a compaixão pelos que sofrem (Rm 12,13; Ef 4,28; Fl 4,19)

Esta dimensão favorece a evangelização das famílias convidando as outras pastorais para que visitem as famílias beneficiadas e as façam sentirem-se importantes para Deus.

 

Iluminados pelo Cristo, o sofrimento, a injustiça e a cruz nos desafiam a viver como Igreja Samaritana (Cf. Lc 10,25-37; 1Pd 3,17), recordando que “evangelização vai unida sempre à promoção humana e à autêntica libertação cristã.” (DA n. 26) “As alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens de hoje, sobretudo dos pobres e de todos os que sofrem, são também as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos discípulos de Cristo.” (GS n. 1) De nossa fé em Cristo nasce também a solidariedade como atitude permanente de encontro, irmandade e serviço. “O próprio Jesus se apresentou como ministro (servidor) e convidou os seus discípulos e discípulas a fazerem o mesmo.” (Lc 22,27; Jo 13,1217)  “Pois o Filho do Homem não veio para ser e servido, mas  para servir e dar a vida em resgate por muitos.” (Mt 20,28)

Organizar e dinamizar o serviço da caridade, conscientizado as pessoas da necessidade de evangelizar através da visita e auxílio aos mais necessitados, para que todos tenham vida e a tenham em abundância.

 

GRUPOS QUE PARTICIPAM DA DIMENSÃO SOCIAL

1-    Pastoral da Criança, 2- Pastoral da Sobriedade,3-  Dignidade Humana,4-  Pastoral da Escuta,5-  Pastoral da Saúde,6-  Pastoral da Pessoa Idosa

 

 

 

Explicando as ações específicas de cada grupo

 

1-    PASTORAL DA CRIANÇA

Objetivo – estar presente de forma solidaria junto às famílias que tem crianças abaixo de sete anos e que vivem situações de risco para as mesmas.

AÇÕES ESPECÍFICAS –

 

2-    PASTORAL DA SOBRIEDADE

Objetivo – manter encontros semanais que sirvam de apoio afetivo às pessoas que buscam a superação da dependência das drogas

Ações específicas – visitas às famílias que vivem o problema das drogas

 

3-    DIGNIDADE HUMANA –

Objetivo – despertar a comunidade para a ação solidária junto às pessoas que padecem de algum problema, seja financeiro, afetivo ou social.

Ações específicas – promover a doação de alimentos e gerenciar a distribuição das cestas básicas através do encontro com as famílias beneficiadas.

 

4-    PASTORAL DA ESCUTA

Objetivo – marcar presença nos horários de atendimento paroquial e visitar famílias que solicitem o serviço da escuta

Ações específicas – motivar a participação das pastorais nos setores missionários e promover a atitude da escuta dos coordenadores junto aos membros das pastorais que estão sob os seus cuidados.

 

5-    PASTORAL DA SAÚDE

Objetivo – manter presença missionária e solidária nos hospitais

Ação específica – promover ações que envolvam a comunidade nos conselhos da saúde municipal, ações preventivas às doenças e encontros com especialistas para orientação dos membros das comunidades.

 

6-    PASTORAL DA PESSOA IDOSA

OBJETIVO – manter presença solidária junto aos idosos que vivem em situação precária e têm pouca vida social.

Ações específicas – promover a solidariedade da sociedade para com os idosos que não podem participar dos encontros da Melhor Idade. Fazer a ponte entre estes idosos e os postos de saúde e o programa Saúde na Família.

 

V-                 DIMENSÃO CATEQUÉTICA –

OBJETIVO GERAL – Favorecer o aprofundamento Bíblico – catequético. Despertando nos batizados a vontade de conhecer a Palavra de Deus (Mc 6,2; Mt 5,19; Hb 6,1-20)

Esta Dimensão favorece a evangelização das famílias promovendo o encontro dos pais dos catequizandos e provocando as outras dimensões para que também elejam as visitas a estas famílias como ação missionária. Também deve ter preocupação com o reencontro com as famílias que foram beneficiadas com a preparação e recebimento dos sacramentos.

 

A ação catequética  Evangeliza para um maior conhecimento e adesão a Pessoa de Jesus Cristo, possibilitando uma vivência efetiva dos mistérios de nossa fé e compromisso qualificado com a comunidade local.

 

GRUPOS QUE PARTICIPAM DA DIMENSÃO CATEQUÉTICA

1-    CATEQUESE EM TODAS AS FASES, 2- PASTORAL DA CRISMA,

3- PASTORAL FAMILIAR, 4- PASTORAL DO BATISMO, 5- CEBI, 6- ESCOLA DA FÉ

 

EXPLICAÇÃO DAS AÇÕES ESPECÍFICAS DE CADA GRUPO

 

1-    CATEQUESE EM TODAS AS FASES

Objetivo- 5) “Educar as crianças, os jovens e adultos para que compreendam e vivam a doutrina cristã, dado em geral de maneira orgânica e sistemática, com o fim de os iniciar na plenitude da vida cristã.”  Sem confundir-se com eles, a catequese se articula em torno de determinado número de elementos da missão pastoral da Igreja que têm um aspecto catequético e que preparam a catequese ou dela derivam: primeiro anúncio do Evangelho ou pregação missionária para suscitar a fé; busca das razões de crer; experiência de vida cristã; celebração dos sacramentos; integração na comunidade eclesial; testemunho apostólico e missionário.

Ações específicas -  a)     Formação do catequista; b)     Compreensão da missão/vocação do catequista; c)      Catequese com os pais; d)     Vida litúrgica:      Envolver o maior número possível de crianças, adolescentes, pais e catequistas nas celebrações. -e)  promover   Retiro anual dos catequistas em todas as fases; f)      Trabalhar a espiritualidade do catequista; reuniões dinâmicas, envolventes e ágeis; Convidar palestrantes de fora; g)     Buscar uma bibliografia atualizada; selecionar conteúdos; preparar os encontros;

 

2-    PASTORAL DA CRISMA

OBJETIVO – Motivar os adolescentes, jovens e adultos que se preparam para o Sacramento da Confirmação a participarem de alguma pastoral.

Ações específicas – Promover encontros semanais para o aprofundamento da fé.

Promover o encontro das pastorais com os crismandos para que conheçam a identidade pastoral e ação missionária a fim de que possam, no discernimento, escolher em qual deles devem participar.

Motivar a participação dos crismandos nas celebrações das comunidades e nos setores missionários.

 

3-    PASTORAL FAMILIAR

Objetivo: Evangelizar a Família, primeiro núcleo de inculturação e da evangelização, para despertar os casais para as Pastorais paroquiais.

Ações específicas:

1- Promover encontros de preparação para o sacramento do Matrimônio (encontro de Noivos)

2-    Promover encontros de casais em primeira ou segunda união.

3)     Promover a formação de  grupos de casais para encaminhá-los às Pastorais da Paróquia;

4)     Promover para as famílias o aprofundamento dos conhecimentos sobre a Igreja, conforme as diretrizes da CNBB, conhecimento da Doutrina da Igreja e aprofundamento do Evangelho.

A PASTORAL FAMILIAR deve também participar e motivar as famílias na participação dos setores missionários.

 

4-    PASTORAL DO BATISMO

OBJETIVO – acolher as famílias que procuram o batismo para os seus filhos e motivá-las à participação nas atividades da Igreja, atitude necessária para assumir o compromisso batismal.

AÇÕES ESPECÍFICAS

Promover o encontro de preparação dos pais e padrinhos para o batismo dos seus filhos e afilhados através da visita às famílias que residem na área paroquial e do encontro com todas estas famílias na sala da catequese da comunidade de Santo Antonio.

- a exceção das visitas acontece com as famílias que residem fora da área paroquial. Estas deverão participar de um encontro específico na comunidade de Nossa Senhora Aparecida.

Promover o reencontro com as famílias que batizaram seus filhos.

Manter sintonia com a Catequese, em todas as fases, que catequizam pessoas com idade acima de 09 anos e que ainda não foram batizadas.

,Motivar a comunidade para que participe das celebrações do batismo.

 

5-    CEBI –

Objetivo – Favorecer a leitura Orante da Bíblia e seu consequente aprofundamento a partir da espiritualidade do compromisso sócio-transformador

Ações específicas – encontros mensais com grupos específicos para a leitura e estudo da Bíblia.

Encontros  com as dimensões para aprofundamento bíblico

Promoção do estudo Bíblico nos setores missionários.

 

6-    ESCOLA DA FÉ

Objetivo – criar um espaço para estudo bíblico em que os participantes podem frequentar aleatoriamente.

 

DOCUMENTO DE APARECIDA -

372. Levando em consideração as dimensões de nossas paróquias é aconselhável a setorização em unidades territoriais menores, com equipes próprias de animação e de coordenação que permitam uma maior proximidade com as pessoas e grupos que vivem na região. É recomendável que os agentes missionários promovam a criação de comunidades de famílias que fomentem a colocação em comum de sua fé cristã e das respostas aos problemas. Reconhecemos como um fenômeno importante de nosso tempo o aparecimento e difusão de diversas formas de voluntariado missionário que se ocupam de uma pluralidade de serviços. A Igreja apóia as redes e programas de voluntariado nacional e internacional que surgiram em muitos países, na esfera das organizações da sociedade civil, para o bem dos mais pobres de nosso continente, à luz dos princípios de dignidade, subsidiariedade  e solidariedade, em conformidade com a Doutrina Social da Igreja. Não se trata só de estratégias para procurar êxitos pastorais, mas da fidelidade na imitação do Mestre, sempre próximo, acessível, disponível a todos, desejoso de comunicar vida em cada região da terra.

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